sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Belchior tem saga artística e existencial documentada em três filmes


Belchior, cantor morto há dois anos, é tema de três documentários póstumos — Foto: Reprodução / Capa do álbum 'Coração selvagem', de 1977

A saga artística e existencial do cantor e compositor cearense Antonio Carlos Belchior (26 de outubro de 1946 – 30 de abril de 2017) vai ser posta em foco quase simultaneamente em três filmes.

Produção da Clariô Filmes, Belchior – Amar e mudar as coisas será realizado para o canal Curta! com direção de Natália Dias e codireção de Camilo Cavalcanti. Ambos assinam o argumento do telefilme. Já o roteiro e a montagem ficarão a cargo de Paulo Henrique Fontenelle, diretor de excelentes documentários sobre Arnaldo Baptista e Cássia Eller (1962 – 2001).

Com título que embute verso da música-título do segundo álbum do cantor, Alucinação (1976), o telefilme Belchior – Amar e mudar as coisas se junta a outros dois documentários já idealizados sobre o artista, ambos em processo de produção.

Pensado para ser exibido nos cinemas, Belchior – Coração selvagemtem direção e roteiro de Marcus Fernando, sendo que Juliana Magalhães Antunes também assina o roteiro. A intenção de Fernando é documentar a vida e a obra do artista pela lente poética do cancioneiro autoral do compositor.

Já o terceiro documentário, produção da Pé de Coelho Filmes, foca Belchior sobretudo no voluntário exílio no sul do Brasil, mais precisamente na cidade gaúcha de Santa Cruz do Sul (RS), onde o cantor saiu de cena em abril de 2017, aos 70 anos.

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